IBS realiza a terceira rodada de manejo reprodutivo no Projeto Rio Mais Leite
- Regina Groenendal
- 26 de set. de 2025
- 2 min de leitura

Os atendimentos de manejo reprodutivo realizados no âmbito do Projeto Rio Mais Leite seguem contribuindo para a qualificação da pecuária leiteira no Sul Fluminense. A terceira rodada de atendimentos, conduzida pelo Instituto BioSistêmico, foi realizada no mês de setembro com foco na preparação adequada dos rebanhos para a inseminação artificial em tempo fixo (IATF).
Nesta rodada, as visitas técnicas priorizaram a avaliação reprodutiva das matrizes, verificando as condições de saúde, escore corporal e aptidão dos animais para a adoção dos protocolos de sincronização da ovulação. Esse acompanhamento é fundamental para garantir maior eficiência reprodutiva e melhores índices produtivos nas propriedades atendidas.
Além da avaliação individual das vacas e da aplicação dos protocolos reprodutivos, a equipe técnica também orientou os produtores quanto à importância de uma alimentação equilibrada e de uma mineralização adequada do rebanho. Esses fatores são determinantes para o sucesso das estratégias reprodutivas e para a sustentabilidade dos sistemas de produção leiteira.
A realização da terceira rodada de manejo reprodutivo reforça o caráter contínuo da assistência técnica prestada pelo Projeto Rio Mais Leite, que atua de forma integrada na organização produtiva das propriedades, no planejamento reprodutivo e na melhoria dos resultados zootécnicos. O acompanhamento sistemático permite identificar gargalos, ajustar manejos e preparar os produtores para a adoção de tecnologias que contribuam para o fortalecimento da atividade leiteira na região.
Sobre o Projeto Rio Mais Leite
Concebido e executado pelo Instituto BioSistêmico, o projeto Rio Mais Leite conta com recursos da Fundação Zoetis e tem como foco o desenvolvimento da pecuária leiteira em 100 propriedades leiteiras com perfil de agricultura familiar, na região Sul do Estado do Rio de Janeiro.
A iniciativa envolve ações de assistência tecnológica organizadas em quatro eixos: boas práticas, manejo reprodutivo, manejo nutricional, manejo sanitário e boas práticas no processamento de queijos artesanais.
O projeto utiliza a metodologia CheckMilk, que inclui uma plataforma digital com sistema de gestão e aplicativo de apoio ao trabalho das equipes técnicas e dos produtores, oferecendo suporte contínuo à rotina das propriedades.



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