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Produtores relatam avanços na organização reprodutiva com apoio do Projeto Rio Mais Leite


Os atendimentos de manejo reprodutivo realizados pelo Instituto BioSistêmico (IBS) no Projeto Rio Mais Leite, ao longo de 2025, vêm sendo percebidos diretamente no dia a dia das propriedades atendidas, especialmente na organização da reprodução do rebanho.

Em Barra do Piraí, o produtor Alexandre Vieira relata que enfrentava dificuldades recorrentes de prenhez antes da chegada do projeto. “Minhas vacas davam cio, mas não emprenhavam. Com a orientação da equipe técnica, fizemos vacinação e protocolo de IATF. Hoje várias vacas já emprenharam, algumas logo na primeira tentativa”, conta.


Para ele, o controle reprodutivo é fundamental para a sustentabilidade da atividade. “Se o produtor de leite não tiver vaca prenha, ele não consegue girar. Seca uma, chega outra. O intervalo entre partos diminui e isso ajuda muito no dia a dia da propriedade”, afirma.

Também em Barra do Piraí, o produtor Wanderson Oliveira ressalta a importância do acompanhamento técnico para organizar a reprodução do rebanho. “O projeto trouxe muitos benefícios, como o ultrassom e a IATF. Agora, conseguimos entender melhor o que está acontecendo com as vacas e, quando alguma atrasa, dá para ajustar o ciclo e antecipar a prenhez. Evoluímos bastante nesse aspecto”, relata.


Mais informação para planejar a reprodução


No segundo semestre de 2025, os atendimentos de manejo reprodutivo foram realizados nos meses de julho, setembro e novembro, dando sequência às ações iniciadas no projeto e permitindo um acompanhamento mais contínuo das propriedades atendidas.


Para o coordenador técnico de projetos de pecuária do IBS, Matheus Henrique Magalhães, esse ciclo contribuiu para que os produtores passassem a compreender melhor a situação reprodutiva do rebanho. “Saber quais vacas estão prenhes, quais estão vazias e em que fase cada animal se encontra é fundamental para o planejamento da produção”, explica.


Além da avaliação reprodutiva, os atendimentos mantiveram um caráter orientativo, abordando aspectos que interferem diretamente no desempenho reprodutivo, como manejo de curral, higiene, alimentação, uso adequado de sal mineral e proteinado, além de cuidados sanitários básicos. “São ajustes que ajudam o produtor a entender melhor os fatores que influenciam a reprodução e a organizar o sistema produtivo”, destaca Matheus.


Segundo o coordenador, a continuidade dos atendimentos contribui para evitar falhas reprodutivas prolongadas e reduzir o tempo em que vacas permanecem sem parir, situação comum em sistemas que não contam com acompanhamento técnico regular.

As ações de manejo reprodutivo integram o conjunto de estratégias do Projeto Rio Mais Leite voltadas à qualificação da pecuária leiteira regional. Ao unir diagnóstico, tecnologia e orientação prática, o projeto busca fortalecer a base técnica das propriedades atendidas e apoiar a sustentabilidade da atividade no campo.


Sobre o Projeto Rio Mais Leite


Concebido e executado pelo Instituto BioSistêmico, o projeto Rio Mais Leite conta com recursos da Fundação Zoetis e tem como foco o desenvolvimento da pecuária leiteira em 100 propriedades leiteiras com perfil de agricultura familiar, na região Sul do Estado do Rio de Janeiro.


A iniciativa envolve ações de assistência tecnológica organizadas em quatro eixos: boas práticas, manejo reprodutivo, manejo nutricional, manejo sanitário e boas práticas no processamento de queijos artesanais.


O projeto utiliza a metodologia CheckMilk, que inclui uma plataforma digital com sistema de gestão e aplicativo de apoio ao trabalho das equipes técnicas e dos produtores, oferecendo suporte contínuo à rotina das propriedades.

 
 
 

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